ANZ NOTÍCIAS / ATUALIZADO DIA 17/06/2024

ANZ NOTÍCIAS / ATUALIZADO DIA 17/06/2024

Averbação de imóvel: entenda o que é e como fazer

Essas alterações no imóvel podem incluir mudanças como ampliação e reforma.

Fonte: EXAME - www.exame.com - Repórter Luiz Anversa

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A averbação de imóvel é um procedimento essencial no registro de propriedades, assegurando a atualização e a legalidade das informações no cartório de registro de imóveis.


O que é averbação de imóvel?

A averbação de imóvel é o ato de registrar alterações ou atualizações relacionadas à propriedade no cartório de registro de imóveis. Essas alterações podem incluir mudanças como construção, demolição, ampliação, reforma, alteração de estado civil dos proprietários, entre outros.

Exemplos de situações que exigem averbação:

Construção ou demolição de edificações.

Alteração no estado civil do proprietário (casamento, divórcio, óbito).

Alterações de endereço.

Inclusão de cláusulas restritivas.

Importância da averbação de imóvel

A averbação de imóvel é essencial para garantir que o registro da propriedade esteja sempre atualizado e legalmente reconhecido. Esse processo assegura que todas as modificações na propriedade sejam devidamente documentadas, evitando problemas futuros em transações imobiliárias, como compra e venda, obtenção de financiamentos e partilhas de herança. Manter o registro atualizado é crucial para proteger os direitos do proprietário e facilitar negociações e processos legais relacionados ao imóvel.


Benefícios da averbação:

Validação legal das alterações.

Facilitação de processos de financiamento e venda.

Proteção contra disputas jurídicas.

Como fazer a averbação de imóvel

O processo de averbação de imóvel envolve etapas específicas que devem ser seguidas rigorosamente para garantir que a atualização seja efetuada corretamente no cartório de registro de imóveis. É essencial reunir toda a documentação necessária, solicitar a averbação no cartório competente, efetuar o pagamento das taxas exigidas e aguardar a análise e registro pelo cartório. Seguir esses passos assegura que todas as alterações no imóvel sejam legalmente reconhecidas e registradas, evitando complicações futuras.


1. documentação necessária

Reúna toda a documentação relevante para a averbação, que pode incluir:

Certidão de casamento, divórcio ou óbito.

Alvará de construção ou demolição.

Projeto arquitetônico aprovado pela prefeitura.

Certidão negativa de débitos municipais.

Documento de identidade e CPF dos proprietários.


2. solicitação no cartório

Vá ao cartório de registro de imóveis onde o imóvel está registrado e apresente a documentação necessária. Preencha o requerimento de averbação fornecido pelo cartório.


3. pagamento de taxas

Pague as taxas de averbação, que variam conforme a alteração a ser registrada e a região do imóvel. O cartório informará o valor exato das taxas.


4. registro da averbação

O cartório analisará a documentação e, estando tudo em ordem, fará a averbação no registro do imóvel. Após a conclusão, será emitida uma certidão atualizada do imóvel com as novas informações.


Por que a averbação de imóvel é importante?

A averbação de imóvel é um procedimento para garantir que todas as alterações na propriedade sejam legalmente reconhecidas. Manter o registro do imóvel atualizado evita problemas futuros e facilita processos de venda, financiamento e herança.


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6 dicas para quem vai deixar imóveis de herança

A transferência de imóveis como herança envolve custos e impostos

Fonte: EXAME - www.exame.com - Repórter Luiz Anversa

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Deixar imóveis como herança é uma maneira comum de garantir que seu patrimônio seja transmitido para a próxima geração. No entanto, esse processo pode ser complexo e cheio de desafios legais e financeiros. Para garantir uma transição tranquila e evitar disputas entre os herdeiros, é essencial tomar algumas precauções e seguir boas práticas. Neste artigo, apresentamos dicas valiosas para quem pretende deixar imóveis de herança, com base nas melhores práticas.


1. Faça um inventário detalhado

Um inventário detalhado dos imóveis é crucial para um processo de herança transparente e organizado.

2. Considere a doação em vida

A doação em vida pode ser uma alternativa para evitar complicações no processo de herança.

Redução de impostos: A doação pode reduzir os custos com impostos, desde que feita dentro dos limites legais.

Planejamento sucessório: Facilita a divisão de bens e evita disputas futuras entre os herdeiros.

Condições de uso: É possível estabelecer condições de uso ou usufruto vitalício para garantir a segurança do doador.

3. Elabore um testamento claro e detalhado

Um testamento bem elaborado é essencial para garantir que seus desejos sejam respeitados após sua morte.

Clareza e especificidade: Descreva detalhadamente como os imóveis devem ser divididos entre os herdeiros.

Testamento registrado: Registre o testamento em cartório para garantir sua validade legal.

Atualizações regulares: Revise e atualize o testamento periodicamente para refletir mudanças na sua situação patrimonial e familiar.

4. Considere os impostos e custos de transferência

A transferência de imóveis como herança envolve custos e impostos que devem ser considerados.

Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD): Verifique as alíquotas do ITCMD no seu estado e planeje como os herdeiros irão arcar com esse custo.

Custos de cartório: Inclua os custos de escrituração e registro de imóveis no planejamento financeiro.

Planejamento tributário: Consulte um especialista em planejamento tributário para minimizar os impactos fiscais na transferência de imóveis.

5. Prepare-se para possíveis disputas familiares

Infelizmente, disputas entre herdeiros são comuns e podem complicar o processo de herança.

Comunicação aberta: Mantenha uma comunicação clara e aberta com todos os herdeiros sobre seus planos de herança.

Mediação e aconselhamento: Considere a mediação ou o aconselhamento jurídico para resolver conflitos antes que se tornem disputas legais.

Cláusulas preventivas: Inclua cláusulas no testamento que antecipem e resolvam possíveis disputas, como a designação de um administrador para o espólio.

6. Busque orientação profissional

A ajuda de profissionais qualificados pode fazer toda a diferença na gestão de heranças.

Advogado especializado: Contrate um advogado especializado em direito sucessório para garantir que todos os aspectos legais sejam devidamente tratados.

Consultor financeiro: Um consultor financeiro pode ajudar a planejar a divisão de bens de forma a minimizar impostos e custos.

Corretor de imóveis: Utilize os serviços de um corretor de imóveis para avaliações precisas e orientações sobre a melhor forma de dividir ou vender os imóveis.

Por que é importante você saber sobre heranças

Planejar a herança de imóveis de forma cuidadosa e estratégica é fundamental para garantir uma transição tranquila e justa para os herdeiros. Ao seguir essas dicas, você pode minimizar problemas legais e financeiros, além de evitar disputas familiares.


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Cidade Do Interior Paulista Aparece Como A Segunda Mais Arborizada Do Brasil

Fonte: COLUNA FINANCEIRA - www.colunafinanceira.com.br - Repórter Pedro Reis

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Campinas, no interior de São Paulo, desponta como um verdadeiro exemplo de sustentabilidade urbana, revelando-se como a segunda cidade mais arborizada do Brasil, de acordo com dados do IBGE.

Com um impressionante índice de arborização de 87,5% em suas vias públicas, Campinas destaca-se por seu planejamento inteligente e pela harmonia entre o desenvolvimento urbano e a preservação ambiental.

A cidade oferece uma ampla gama de parques e espaços verdes, proporcionando não apenas áreas de lazer, mas também ambientes propícios para atividades físicas e momentos de relaxamento.

Suas ruas arborizadas não apenas embelezam a paisagem urbana, mas também criam uma atmosfera tranquila e agradável, contribuindo para a saúde e o bem-estar dos habitantes e preservando o clima interiorano da região.

É importante ressaltar que o título de segunda cidade mais arborizada do Brasil não é apenas resultado da presença de parques e jardins, mas também da adoção de práticas sustentáveis em diversos aspectos da vida urbana.

Campinas abraça a sustentabilidade em sua essência, promovendo a preservação ambiental, a redução da poluição e a eficiência no transporte público, além de garantir uma abundância de áreas verdes em toda a sua extensão territorial.

Com isso, a cidade demonstra que é possível alcançar um equilíbrio entre o desenvolvimento urbano e a proteção do meio ambiente, tornando-se um exemplo inspirador para outras localidades do país.


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Apartamentos compactos têm m² mais caro – saiba o por quê

Índice FipeZAP subiu 0,7% em maio, puxado pela valorização dos apartamentos de um dormitório

Fonte: EXAME - www.exame.com - Repórter de Invest Beatriz Quesada

Apartamentos compactos são mais caros que unidades maiores (Diana Robinson/Getty Images)


Os preços de venda dos imóveis residenciais no Brasil subiram 0,74% em maio com base no Índice FipeZAP. O indicador analisa mensalmente o comportamento dos preços de venda em 50 cidades brasileiras (veja metodologia abaixo).


O índice mostrou uma nova aceleração nos preços: em abril, havia sido registrada uma alta de 0,66% e, em março, de 0,64%. A média ponderada de preços no País alcançou R$ 8,9 mil por metro quadrado.

Quem puxou a alta dos preços foram os apartamentos menores, de até um dormitório. Neles, os preços avançaram 0,89%, para R$ 10,6 mil/m². 

O preço dos compactos supera os apartamentos de dois dormitórios, que tem valor médio de R$ 8,05 mil/m². Os de três dormitórios, por sua vez, custa em média R$ 8,7 mil/m². E os de quatro ou mais dormitórios tem preço médio de R$ 10,2 mil/m².

“Desde a década de 1980, o movimento crescente de urbanização resultou em áreas densamente povoadas, o que levou à criação de imóveis compactos, geralmente com até 45 m² e um dormitório, localizados em áreas valorizadas. Embora tenham um custo total mais acessível, esses imóveis têm um preço por metro quadrado mais alto devido à localização em bairros com mais infraestrutura de transportes, serviços e comércio”, explica Paula Reis, economista do DataZAP.

Para quem compra imóvel por investimento, o rendimento dos compactos também costuma ser maior. Com base em dados do índice de abril de 2024, o retorno médio do aluguel residencial dos apartamentos de um dormitório ficou em 6,57% ao ano – acima da taxa de juros real, que ficou em 6,41% nos cálculos do índice. 

Onde os preços de venda mais subiram?

O levantamento mostrou alta nos preços em 47 das 50 cidades monitoradas, incluindo 15 das 16 capitais que integram o cálculo. Entre as capitais, o destaque ficou mais uma vez com Curitiba (PR), com alta de 1,88%.

A capital paranaense vem apresentando crescimento desde o final do ano passado. Ainda assim, Reis defende que é cedo para falar em tendência, já que os fatores podem tomar outro rumo nos próximos meses. 

“A redução do ritmo de cortes da Selic pode reduzir ou interromper a queda da taxa de juros de financiamento imobiliário. Adicionalmente, o mercado de trabalho da região metropolitana de Curitiba se desaqueceu - a taxa de desocupação aumentou de 5,8% no primeiro semestre de 2023 para 6,2% no mesmo período deste ano. Esses dois fatores podem reduzir a demanda por imóveis verticais e frear o crescimento dos preços de venda”, disse.

Veja lista das variações entre as capitais:

Curitiba/PR (+1,88%); 

Goiânia/GO (+1,47%); 

Maceió/AL (+1,27%);

Salvador/BA (+1,18%); 

Florianópolis/SC (+1,05%); 

Belo Horizonte/MG (+0,98%); 

Vitória/ES (+0,94%); 

João Pessoa/PB (+0,92%); 

São Paulo/SP (+0,72%); 

Porto Alegre/RS (+0,65%); 

Recife/PE (+0,60%); 

Fortaleza/CE (+0,59%); 

Brasília (+0,52%); 

Manaus/AM (+0,38%); 

Rio de Janeiro/RJ (+0,29%). 

Além de Campo Grande, onde os preços residenciais recuaram 1,13% em maio deste ano, as outras duas cidades monitoradas que registraram queda mensal nos preços de venda foram: Canoas/RS (-0,20%) e Santa Maria/RS (-0,01%).

Metodologia do Índice FipeZAP 

O Índice FipeZAP é um índice de preço que acompanha os preços de imóveis residenciais e comerciais – foi o primeiro indicador nacional lançado para este acompanhamento. 

O índice é calculado pela Fipe com base em informações de anúncios de imóveis para venda e locação veiculados nos portais ZAP (VivaReal e Zap Imóveis).


No caso dos índices do segmento residencial, o cálculo envolve amostras de anúncios de apartamentos prontos em até 50 cidades selecionadas. Já no caso dos índices do segmento comercial, os anúncios utilizados se referem a salas e conjuntos comerciais de até 200 m², sediados em 10 cidades selecionadas.


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Meu sogro deixou um terreno de herança, mas a partilha foi desigual. É possível rever a divisão?

Especialista responde dúvida de leitores; envie você também suas perguntas

Fonte: EXAME - www.exame.com - Especialista em Direito Imobiliário Marcelo Tapai

Vista aérea de casas em Santa Clarita, Califórnia: entenda como fica a partilha de terreno herdado (Mario Tama/Getty Images)


Dúvida do leitor: meu sogro deixou um terreno para três filhos. Dois deles construíram suas casas na maior parte do terreno, e deixaram só uma “tira” para minha esposa, a terceira herdeira. Isso tem amparo jurídico? A partilha não deveria ser feita de forma igualitária? É possível contestar essa divisão desigual?

Na partilha de bens existem herdeiros que são chamados de necessários, são eles filhos e netos ou, na ausência destes, os pais. Também entram nesta lista os cônjuges, mesmo que seja união estável.


Para esses herdeiros é obrigatório que seja reservado metade do patrimônio do falecido. A outra metade, a pessoa pode doar em vida para quem quiser, sendo parentes ou não.


Desta forma, não há o que fazer se a parte na qual foram construídos esses imóveis houver sido feita uma doação -- mesmo que um dos herdeiros tenha ficado com uma parte menor.



Em outras palavras, imaginando que não há cônjuge envolvido e sejam 3 herdeiros (filhos), 2 deles podem ter recebido a doação de 50% do imóvel. Também trabalhando de forma hipotética e considerando que tenha sido destinado 25% para cada um, eles ainda têm direito à 16,66% da outra metade que será dividida na partilha.

Ou seja, esses 2 herdeiros ficarão com 41,66% do terreno cada um e ao terceiro herdeiro caberá apenas 16,66%.

É preciso, porém, que eventual doação da parte disponível, que são os 50% do patrimônio, seja realizada formalmente, ou seja, que as doações das frações do terreno tenham sido levadas à registro e constem da matrícula do imóvel. Não existe doação verbal.



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268 Seguradoras devem enfrentar o maior sinistro do país com enchentes no RS

Fonte: IMOB REPORT - www.imobireport.com.br/

Seguradoras devem enfrentar o maior sinistro do país com enchentes no RS


O episódio desta semana do podcast Modo Avião apresenta uma entrevista exclusiva com o estrategista global Mike DelPrete, destaque do CUPOLA Summit 2024. Ele falou sobre tecnologias promissoras no setor imobiliário e conectou os seus insights à realidade brasileira. Veja o episódio completo, legendado para o português, no Spotify ou no YouTube.



Os sinistros provenientes de seguros residenciais e habitacionais relacionados à tragédia no RS possuem valor potencial de R$ 239,2 milhões, destacou a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Nessa categoria, até a última quinta-feira, foram informadas 11.396 ocorrências. Já o segmento “grandes riscos”, referente, por exemplo, a seguros patrimoniais para empresas (que garantem a integridade de imóveis e seus conteúdos), tiveram notificações que somam R$ 507 milhões. A matéria de capa da Folha de S.Paulo de sábado destaca que esses números ainda devem aumentar consideravelmente e esse evento deve se configurar como o maior sinistro já enfrentado pelas seguradoras no país.

A Federação Nacional das Seguradoras (FenSeg) estima que a tragédia deve superar as indenizações de outro evento de grande magnitude que aconteceu no RS. Na seca de 2022, as seguradoras desembolsaram R$ 8,9 bilhões. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) afirma que, apesar de grave, a situação atual está sob controle. A instituição informa que está monitorando o atendimento prestado aos segurados, além de aspectos financeiros.

O CEO da Sigafy, Flávio de Baère, afirmou que percebe, por parte das grandes seguradoras, uma disposição em acelerar os processos e contribuir para que as pessoas atingidas se reorganizem. “Algumas seguradoras já atuaram em eventos climáticos em outras partes do mundo. Elas estão muito cientes da importância de uma indenização nesse momento. Elas possuem resseguro e estão preparadas”, disse. Algumas empresas, inclusive, suspenderam o pagamento de apólices no estado. 

Os seguros para inundações (transbordamento de rios) ou alagamentos (enchentes ocasionadas por chuvas ou outras causas) ainda não são comuns no Brasil. No caso do seguro habitacional, contratado junto aos financiamentos imobiliários, a indenização é garantida para danos físicos ao imóvel (o que normalmente inclui inundação e alagamento). A FenSeg ressalta que, no Brasil, há 12,7 milhões de residências com seguro contratado, o que representa 17% do total. Os que possuem cobertura para alagamentos são menos de 1%. O sócio da Penteado Mendonça e Char Advocacia, Antônio Mendonça, ressalta que a participação dos seguros na reconstrução do RS será baixa, justamente porque a parcela segurada no país é pequena.

Na área de seguro fiança, na qual a Sigafy atua, os reflexos são menores. A empresa atende imobiliárias das regiões de Pelotas e Passo Fundo, que administram cerca de 12 mil locações. Até o momento, a empresa não registrou sinistros relacionados a esse tipo de seguro, até porque, conforme as regras da organização, o seguro pode ser acionado 40 dias após a primeira inadimplência. De qualquer forma, Baère acredita que os efeitos devem vir em fase subsequente, com o agravamento de questões econômicas. Movimento semelhante foi percebido na pandemia de COVID-19, já que maior impacto não foi sentido no auge da emergência de saúde.  

Baère prevê, para o mercado de seguros, dois movimentos naturais no médio e longo prazo. No Rio Grande do Sul, deve haver uma adequação nos valores dos seguros em função da avaliação dos riscos, a exemplo do que comumente ocorre após eventos extremos. Um segundo efeito é que, em todo o país, a população deve passar a notar a importância dos seguros. “O brasileiro não tem a cultura de contratar seguro imobiliário. As pessoas devem perceber que situações como essa vêm acontecendo com certa frequência e conscientizar-se. Elas devem passar a proteger seus bens e suas próprias vidas”, conclui.

Vendas e Locação

Construção de 538 casas no RS. Oito cidades serão contempladas nesse pograma do governo estadual. As residências terão 44 m² e serão construídas em painéis de concreto pré-fabricado. Cada unidade custará R$ 192 mil e o prazo de conclusão é 120 dias. Para conduzir a reconstrução do estado, foi criada uma secretaria especialmente dedicada ao assunto. Em relação aos detritos que ainda se acumulam nas cidades, uma análise preliminar revelou que as enchentes podem ter espalhado mais de 46,7 milhões de toneladas de entulho. O estudo envolve basicamente resíduos de construção civil, sendo 19 milhões de toneladas de imóveis destruídos. 

Novas medidas. Em Porto Alegre, a prefeitura suspendeu a cobrança de IPTU e ISS. O município ainda propõe aumentar o valor mensal do benefício Estadia Solidária para R$ 1 mil e ampliar a faixa de renda dos elegíveis ao subsídio para compra de imóveis. A Caixa também anunciou a destinação de R$ 30 milhões para auxiliar na recuperação de casas e pequenos empreendimentos afetados. Já o governo federal busca flexibilizar a lei para adquirir todos os imóveis em processo de leilão no estado, como parte do programa de assistência aos desabrigados. A Lei de Alienação Fiduciária, entretanto, impede a compra direta desses imóveis pelo governo.

Cidades-esponja em alta ao debate. O arquiteto e criador do conceito de cidades-esponja, Kongjian Yu, destacou que a efetividade do modelo depende de três estratégias: contenção da água; redução de velocidade quando a água é canalizada para rios, vegetações e várzeas; e escoamento e absorção. A diretora da Rede de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Urbanas (UCCRN, na sigla em inglês), Andrea Santos, acredita que a adaptação das cidades ao aquecimento global vai além das obras. Ela defende que deve haver um retrofit urbano, com revitalização e uso de cobertura vegetal para auxiliar no resfriamento urbano. No mundo, não faltam exemplos de países e cidades que se reergueram após desastres

Financiamento em alerta. O presidente da Caixa, Carlos Vieira, afirmou que os recursos do banco para o crédito imobiliário estão no limite e prevê escassez em 2025. O banco detém quase 70% do mercado brasileiro. Projeções do governo estimam que o uso do saque aniversário para garantia em empréstimos tirou mais de R$ 100 bilhões do FGTS. Já na poupança, o saldo em 2023 era de R$ 975,8 bilhões, mas houve uma saída de 87,8 bilhões para outras formas de investimento. Esses movimentos reduziram a capacidade do SBPE.

Futuro incerto faz geração Z comprar imóveis. Com receio do desemprego e da crise econômica, jovens entre 20 e 30 anos iniciam um movimento em busca pela casa própria. Os produtos mais procurados são estúdios ou apartamentos com poucos quartos. Os condomínios precisam ter opções de comodidade e lazer. A localização é o maior atrativo para esse segmento e a facilidade do transporte público é fundamental.

Motivação para aquisições. O presidente da incorporadora Moura Dubeux, Diego Villar, destacou que, na esfera da alta renda, a confiança no país é o fator determinante para impulsionar a compra de imóveis, superando a influência das taxas de juros. Villar ressaltou que a estabilidade econômica, a perspectiva de crescimento financeiro pessoal e nacional são elementos essenciais para estimular a decisão de compra.

Pré-atendimento eficiente. O CEO e estrategista-chefe da CUPOLA, Rodrigo Werneck, juntamente com o mentor da imersão Gestão de Vendas Imobiliárias Cristiano Fonseca, profissional que já foi head de vendas e operações da Casa Mineira e posteriormente do QuintoAndar, vão apresentar a live “Como estruturar uma área de pré-atendimento eficiente em vendas”. O evento online acontece no dia 05/06 (quarta-feira), às 19h, com transmissão pelo YouTube. A imersão Gestão de Vendas Imobiliárias é uma oportunidade única para aperfeiçoar estratégias de comercialização de imóveis prontos. Garanta a sua vaga!

Aperfeiçoamento em aluguéis e liderança. A CUPOLA também promove outros três treinamentos e capacitações. O Aluguel Essencial é voltado para times administrativos de imobiliárias de locação. As aulas 100% online terão mentoria da advogada, sócia e consultora da CUPOLA, Denise Vieira. O Aluguel Master é direcionado aos gestores de imobiliárias de locação que querem organizar e rentabilizar suas operações. O evento terá atividades online e presenciais, com mentoria realizada pelo time de consultores da CUPOLA. Já o Liderança Imobiliária é uma imersão 360º para formação de líderes do imobiliário. É destinado a sócios, fundadores e CEOs, herdeiros e sucessores ou alta liderança das empresas do imobiliário. Não fique de fora! 

Aprendizados do CUPOLA Summit 2024. Se você não conseguiu participar da 3ª edição do CUPOLA Summit, ou ainda quer revisar os conteúdos abordados no evento, não perca essa live. A transmissão online e gratuita acontece nesta quarta-feira (29/05), às 10h30. Na live, será realizado o sorteio do ingresso do Summit 2025 aos que participaram da ação no estande da CUPOLA. Cadastre-se e seja notificado quando estivermos ao vivo. E você também já pode conferir as fotos do CUPOLA Summit 2024 no portal do Imobi. Veja os principais registros aqui!

Padrão Disney. O podcast Vem pra Mesa recebe, nesta semana, o especialista na metodologia Disney Gabriel Villarreal. No episódio, o convidado explica como a Disney encanta seus clientes e como essas práticas podem ser aplicadas no dia a dia, inclusive no mercado imobiliário. 

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Construção e Incorporação

Edifícios “multifamily”. A gigante norte-americana do setor imobiliário Greystar planeja construir 40 edifícios “multifamily” no Brasil, iniciando sua incursão por São Paulo. Esses prédios residenciais voltados exclusivamente para o aluguel representam uma nova abordagem no mercado nacional, atendendo a uma demanda crescente por flexibilidade e experiências diferenciadas. A empresa, que pretende finalizar 10.000 apartamentos nos próximos cinco anos, aposta na expansão do conceito multifamily para diversos estratos de renda.

Construtora terá que indenizar condomínio por vícios em obra. O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu indenização de R$ 800 mil para o condomínio Perfil Marumbi. O laudo da perícia apontou 47 vícios, incluindo rachaduras, infiltração, fiação exposta, queda de revestimento de gesso e piso solto. O prédio foi entregue em 2016, mas os problemas foram descobertos apenas três anos depois. A decisão, segundo especialistas, é um importante precedente para discussões similares, envolvendo vícios ocultos de construção.

Seguindo tendências de consumo. A Living, da Cyrela, anunciou uma mudança em seu perfil de imóveis, reintroduzindo sua linha de apartamentos compactos. O grupo também decidiu ampliar a área máxima dos imóveis em nova linha, voltada para famílias. Os novos empreendimentos da Living, com valores entre R$ 750 mil e R$2 milhões, serão lançados em bairros de classe média em São Paulo e no Rio de Janeiro.

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Mundo

Imóveis nos EUA atraem investidores brasileiros. Segundo dados da National Association of Realtors, os brasileiros ocuparam a quinta posição entre os estrangeiros que mais adquiriram imóveis nos EUA em 2023, tanto em número, quanto em volume financeiro, com uma fatia de 3%. A Flórida é a preferência (55%), seguida por Nova Jersey e Wisconsin. Outro levantamento, da Florida Realtors, mostra que os brasileiros desembolsaram US$ 1,451 bilhão para aquisição de imóveis no estado em 2023 e ocupam a terceira posição no ranking de compradores estrangeiros.

Preços exorbitantes em NY. O aumento nos preços dos quartos de hotel em Nova Iorque preocupa turistas. em meio à crise migratória e à recuperação do turismo. Acordos lucrativos com autoridades municipais reduziram drasticamente a oferta, elevando a diária média para US$ 301 em 2023, um aumento de 8,5%. Com demanda em alta e oferta escassa, espera-se que os preços continuem subindo.

Na Árabia Saudita. Na região conhecida como Neom, com 27,7 mil km², a monarquia do país já investiu cerca de US$ 230 bilhões na concepção de obras futuristas. O maior projeto de construção do mundo, localizado na região, chama-se The Line. Ele é cercado por polêmicas, contratempos logísticos e obras inacabadas. Se for concluído, será composto por um par de arranha-céus, mais altos que o Empire State, com 170 km de extensão e capaz de alojar 9 milhões de pessoas. A previsão era construir 16 km até 2030. Entretanto, com gastos do governo superiores à arrecadação, a meta foi reduzida para 2,4 km. 

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Estamos de olho

QuintoAndar condenado por danos morais. Um funcionário nascido no Rio de Janeiro e que atuava em Minas Gerais processou a empresa sob alegação de ter sofrido xenofobia. O trabalhador foi dispensado em julho de 2022, sem justa causa, duas semanas após registrar uma reclamação sobre ataques preconceituosos dos quais foi alvo. O QuintoAndar alegou que o reclamante nunca foi desrespeitado. O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região condenou a empresa ao pagamento de indenização de R$ 50 mil.

Privatização de terrenos públicos no litoral. O Senado Federal debate uma proposta para viabilizar a transferência de terrenos da Marinha. A PEC 3/2022 propõe extinguir a classificação desses terrenos como propriedade da União, permitindo que ocupantes mantenham a posse mediante pagamento. A medida é vista como uma oportunidade para regularização fundiária pelos municípios, enquanto ambientalistas alertam para possíveis riscos ambientais.

Ajuste legal para facilitar compra de imóveis. O sócio do i2a Advogados, Alexis Borowik Rosa, defende, em artigo, que a recente Lei Federal nº 14.825/2024 busca corrigir falhas, tornando eficaz a ausência de averbação de constrições judiciais na matrícula, o que deve aumentar a segurança jurídica para compradores de boa-fé. Essa mudança deve simplificar transações imobiliárias e promover um ambiente mais transparente e eficiente, em consonância com decisões do STJ e com o Marco Legal das Garantias.


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Número de compradores de imóveis cresce no 1º tri de 2024, diz estudo

Em movimento contrário, percepção dos compradores sobre preços altos ou muito altos das propriedades recua para 73%

Fonte: CNN - www.cnnbrasil.com.br

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O número de compradores de imóveis — ou seja, que adquiriram o bem nos últimos 12 meses — cresceu no primeiro trimestre deste ano pela segunda vez consecutiva, a 11%.

No ano passado, essa parcela representava 10% do grupo de 1.247 pessoas consultadas pelo estudo da FipeZap, segundo dados publicados nesta terça-feira (14).

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) também indicou esse aumento, quando as vendas de imóveis residenciais no Brasil registraram um crescimento de 32,6% em 2023.

Em movimento contrário, a percepção dos compradores sobre preços altos ou muito altos das propriedades recuou para 73% em relação aos 75% aferido em 2023, crescendo a parcela de quem enxergam os preços atuais como razoáveis.

Segundo o levantamento, são os imóveis usados que mais chamam a atenção na hora da compra, sendo indicado por 65% deles. O uso do bem é destinado por 61% do público para moradia.

Já entre os investidores, que usam a casa ou apartamento para outros fins, a opção “aluguel” saiu em disparada, com 79%, com a intenção de obter uma renda.

Para os próximos três meses, a expectativa é de 40% adquira um imóvel, um avanço em relação ao último trimestre do ano passado, quando era 38%, apontou a FipeZap.

Essa parcela de possíveis proprietários se vê, em sua maioria (48%), indiferente quanto ao estado do bem, seja mais recente ou velho, prevalecendo também o desejo de transformá-lo em sua moradia, ainda mais se for compartilhada com alguém.


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Vendas de imóveis residenciais no Brasil crescem 32,6% em 2023, diz Abrainc

Fonte: CNN - www.cnnbrasil.com.br

Queda dos juros atrai pessoas para mercado

As vendas de novos imóveis residenciais cresceram 32,6% em 2023 em comparação com 2022, impulsionadas tanto pelo segmento de médio e alto padrão quanto pelo programa habitacional Minha Casa Minha Vida, mostrou pesquisa divulgada nesta quarta-feira (13) pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fipe.

A entidade também espera que as vendas e os lançamentos cresçam este ano, diante da tendência de queda na taxa de juros pelo Banco Central, afirmou o presidente da Abrainc, Luiz França.

“A queda da taxa de juros apontando para um dígito trás um número maior de pessoas ao mercado. Os lançamentos e vendas vão subir”, disse França.

A Selic está atualmente em 11,25% ao ano. Mas a mediana das projeções de pesquisa Focus do BC com o mercado mostra que a taxa chegará a 9% no final do ano.

“Vemos um cenário de 2024 positivo sobre demanda e oferta”, afirmou, acrescentando que não espera “nenhum aumento na relação distrato/vendas este ano”.

Na avaliação do executivo, com a taxa de juros abaixo de dois dígitos, “a classe média deve voltar com mais força”.

Em 2023, as unidades vendidas somaram 163.108, o melhor resultado da série histórica, iniciada há 10 anos, conforme indicador Abrainc-Fipe. Em termos de valor das vendas, o crescimento foi de 34,7%, para R$ 47,9 bilhões.

No caso de empreendimentos do programa habitacional federal, o volume de unidades comercializadas subiu 42,2%, para 117.434 unidades, com valor das vendas totalizando R$ 26 bilhões (+55,1% ano a ano), refletindo os ajustes do governo para retomada do programa após paralisação durante o governo de Jair Bolsonaro.

O segmento de médio e alto padrão, por sua vez, teve crescimento de 14% no volume vendido, para 42.997 unidades, com um valor das vendas 18,9% maior, em R$ 21,1 bilhões, conforme levantamento com 20 empresas associadas.

Segundo a Abrainc-Fipe, embora o valor total lançado neste segmento tenha caído 9,2%, para R$ 16,7 bilhões, “há uma indicação clara de uma readequação gradual nos níveis de estoque do médio e alto padrão”. O volume lançado também recuou 38%, para 24.527 unidades em 2023.

“Atualmente, a duração da oferta está em 17 meses, contra os 24 meses registrados no início de 2023.”

Em todos os segmentos, as unidades lançadas apresentaram recuo de 2%, para 118.062, mas o valor lançado cresceu 10,1% no período, para R$ 38 bilhões, de acordo com a pesquisa.

Dentro do MCMV, o crescimento nos lançamentos foi tanto em volume (+16,7%), quanto em valor lançado (+39,3%), totalizando 93.273 unidades e R$ 21,3 bilhões.

Segundo França, apesar de um início de ano “desafiador” no contexto macroeconômico, os ajustes nos indicadores econômicos e as melhorias no MCMV foram determinantes para o bom desempenho do setor em 2023.

“Além disso, observou-se um incremento de 17% nos preços dos aluguéis, fortalecendo ainda mais a procura por ativos imobiliários”, disse, citando ainda que o orçamento do FGTS para habitação popular em 2024 cresceu 7% sobre os R$ 105 bilhões de 2023.

A pesquisa também mostrou que a relação dos cancelamentos de contratos de compra e venda (distrato) sobre vendas no médio e alto padrão ficou em 11,8%, patamar considerado baixo pela associação, que atribuiu o desempenho à “eficácia do marco legal estabelecido em 2018”.


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